Porto de Galinhas – PE
A história conta que antes de receber o nome “Porto de Galinhas”, chamava-se “Porto Rico”. Até que em 1850 começaram a aportar na área navios trazendo escravos contrabandeados da África que vinham nos porões dos navios encobertos por engradados de galinhas D’Angola que era a comida preferida da corte. Então criou-se uma senha para avisar quando chegavam mais escravos: ‘Tem galinha nova no porto’. Eis a origem do nome de Porto de Galinhas.Hoje a pequena vila está passando por uma grande transformação, pelo desenvolvimento do turismo – já há vários grandes resorts de luxo – como também por um grande canteiro de obr
José Saramago – Caim
Neste seu novo livro, Saramago volta ao tema religioso após 20 anos de seu polêmico livro “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”. E o faz em grande estilo, numa irreverente, irônica e mordaz leitura por diversas passagens da Bíblia. É um livro audacioso e corajoso, de quem não se cansa em produzir algo que nos faça pensar e discutir, mesmo prestes a completar 97 anos.Caim, que segun
Belos Prólogos / Prefácios / Preâmbulos / Prolegômenos /Introduções, ou seja mais lá o que fo
Para começar esta série, resolvi trazer nada mais nada menos que nosso melhor escritor de todos os tempos, Machado de Assis, com “Memórias Póstumas de Brás Cubas”.Neste livro cuja primeira edição data de 1881, M. de A., apresenta uma das mais radicais experimentações na prosa do país até então, revolucionando a literatura com um Realismo cheio de ironia, inteligência e de modo inusitado. Mas chega de lero-lero e vamos ao que o título propõe apresentar, que neste caso tão especial, me fez ultrapassar o pequeno
Albert Camus (1913 – 1960) – O Estrangeiro
O romance conta a história de Meursault, personagem narrador, que é condenado à morte não somente por matar um homem, mas por ser indiferente ao mundo que o cerca e ser totalmente franco e honesto ao dizer aquilo que sente, e principalmente, o que não sente. A ação do livro se desenrola na Argélia, que na época da narrativa era uma colônia francesa, onde Meursault leva uma vida bana
Samuel Beckett – O Inominável
O inominável foi escrito em 1949, e é o último romance da famosa "trilogia do pós-guerra" beckettiana, formada ainda por Molloy (1947), que já comentei aqui, e Malone morre (1948). O livro que li, foi publicado pela Editora Globo em 2009, com tradução de Ana Helena Souza e prefácio de João Adolfo Hansen.Este está certamente dentre os livros mais estranhos e impactantes que j
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