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A macaca e a vírgula
Assim como li que uma macaca - abusivamente retirada à tutela de seu dono
por zelosos GNR - entrara em profunda depressão de raíz afectiva por falta do
dono, li também que o Ministro Vieira da Silva vai à Assembleia da República
esclarecer o seu atrevido e maroto qualificativo "espionagem política".
Por mim, acho uma perda de tempo para ouvintes e depoente: afinal, os
ilustres deputados só querem espiolhar os interiores do Ministro, o qual - como
pessoa recatada e púdica que julgo ser - se limitará a falar da ausente vírgula
entre as palavras "espionagem" e "política", abusivamente escamoteada na
transcriç
50!
50! É de mulher! Vencidos os 49, está passado o mais difícil de fatimar. A idade deixou de ser importante: afinal nada de novo aconteceu aos 50. Garanto-te que assim continuará: cada novo ano não é MAIS um mas sobretudo OUTRO. E a riqueza está nisso: na diversidade de cada ano na repetição de cada dia. Juntos quando possível, enquanto possível neste mundo, cada vez mais, sempre juntos noutro mundo que possa haver por aí, como quer que seja, como quer que possa ser. Para já, estamos neste. Com desvelo
Paul Krugman
“(…) For the economy is still in deep trouble and needs much more government help. Unemployment is in double-digits; we desperately need more government spending on job creation. Banks are still weak, and credit is still tight; we desperately need more government aid to the financial sector. But try to talk to an ordinary voter about this, and the response you’re likely to get is: “No way. All they’ll do is hand out more money to Wall Street.” So here’s the real tragedy of the botched bailout: Government officials, perhaps influenced by spending too much time with bankers, forgot that if you want to govern effectively you have retain
Acho to natural que no se pense
Acho tão natural que não se pense Que me ponho a rir às vezes, sozinho, Não sei bem de quê, mas é de qualquer cousa Que tem que ver com haver gente que pensa ... Que pensará o meu muro da minha sombra? Pergunto-me às vezes isto até dar por mim A perguntar-me cousas. . . E então desagrado-me, e incomodo-me Como se desse por mim com um pé dormente. . . Que pensará isto de aquilo? Nada pensa nada. Terá a terra consciê
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